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domingo, 31 de janeiro de 2010

Rio que pega fogo no interior do MT

Canoagem_Rio_Claro_site Isso mesmo, no Mato Grosso existem um rio que pega fogo. Não é brincadeira não.

Podem ficar tranquilos que ninguém pós fogo no rio de forma artificial, cometendo o crime de derramar alguma substância inflamável nas águas cristalinas deste rio que fica próximo ao município de São José do Rio Claro, distante 290 quilômetros de Cuiabá.

{C961E74E-D83A-4648-90E9-42D8BAC2B0FB}_Rio_pega_fogo_600O segredo deste capricho da natureza, reside no leito do rio Claro, ali há um gás inflamável.

Para fazer o rio pegar fogo, basta remexer a areia no fundo do rio e o gás que existe sob suas areias vai à superfície. Em contato com uma faísca, o gás pega fogo.

Como pode-se ver, a natureza mostra como é mistériosa e geniosa, trazendo esse capricho que certamente deverá aguçar a curiosidade científica.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Raios e erupções vulcânicas, uma beleza bizarra

21 de janeiro de 2010

Por: Eduardo Wagner

Fontes: National Geographic Society e Vulcanismé (Flickr)


As imagens abaixo, não são de uma tempestade comum. Trata-se de um fenômeno que começou a ser pesquisado a pouco tempo.

Estas fotos são provenientes de uma erupção vulcânica, que despeja milhares de toneladas de cinzas, lava derretida, vapor de água e outros vapores a grandes altitudes. Só que com um componente novo.

São as primeiras imagens provenientes de observações diretas a estes raios captados em meio as erupções, e são consideradas raras, pois nunca haviam sido registradas antes.

Os registros mostrados aqui foram feitos na erupção do Vulcão Chaitin no Chile, em maio de 2008. Mas os primeiros estudos começara a ocorrer na erupção do do Monte Augustine, no Alasca em 2006.

Pesquisas sugerem que estes raios estão diretamente ligados ao que denominaram "dirty thunderstorm", em uma tradução livre, algo como tormenta suja. Segundo os autores do estudo, os raios e fagulhas saíam da boca do vulcão em direção ao fluxo piroclástico que acendia, também foram registrados clarões internos à coluna de cinzas provenientes da boca do vulcão e acendendo.

As evidências sugerem que a erupção produz um enorme quantidade de carga elétrica, mas ainda não se sabe se ela provém do vulcão ou se é gerada na atmosfera terrestre. Alguns pesquisadores sugerem que a formação destas cargas elétricas são similares às formadas em uma tempestade comum, ou seja, surgidas através da colisão de todo aqueles detritos que estão sendo expelidos pelo vulcão.

São imagens assustadoras e magnificas, pois são carregadas de uma grande beleza e ao mesmo tempo demonstram o poder da terra em plena atividade.