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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Foi descoberta uma caverna na Lua

Foram capturadas imagens pela câmera do satélite de reconhecimento lunar da Nasa, revelando o que os cientistas acreditavam ser um grande buraco. Na verdade trata-se de uma caverna subterrânea.

Parte do que seria o teto cedeu e eles conseguiram observar o interior do local.


O satélite conseguiu mostrar o interior da caverna, confirmando a presença de uma passagem horizontal por baixo de uma plataforma de rochas, provavelmente formada de lava vulcânica.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Nasa encontra a mão de Deus!

A “mão de deus”. É assim que já foi batizada a famosa fotografia captada pela NASA, com o observatório de raios-x Chandra. Com 150 anos-luz de comprimento, a nebulosa registrada pelo telescópio tem “dedos” bem definidos e parece estar a agarrar o universo.

Segundo a Nasa, a imagem em tons de azul foi causada por um “pulsar”, ou seja, uma estrela muito rápida que liberta no espaço energia e matéria, acabando por causar formações que fazem as delícias da imaginação do ser humano.

A “mão de deus” tem pelo menos 1700 anos de idade, sendo que a nebulosa é formada por inúmeros eletrões e iões, avança uma notícia da CNN. As diferentes cores na imagem representam intensidades de energia distintas: a azul é a mais alta, seguida da verde e por último a vermelha.

domingo, 15 de agosto de 2010

Tsunami solar dispara jato de plasma rumo à Terra

Depois de um longo período de dormência, o Sol pode estar acordando.

Na madrugada de domingo (01/08), todo o lado do Sol virado para a Terra experimentou um tumulto de atividades em cadeia, criando uma erupção solar de classe C3 – um autêntico tsunami solar.

O jato de plasma deverá chegar na Terra na manhã desta quarta-feira, dia 04 de Agosto.

Ejeção de massa coronal

O fenômeno gerou múltiplos filamentos magnéticos, que se elevaram da superfície estelar, uma agitação em grande escala da corona solar, explosões de ondas de rádio e uma ejeção de massa coronal.

Esta erupção solar em larga escala – catalogada pelos cientistas como Mancha Solar 1092 – ejetou toneladas de plasma (átomos ionizados) para o espaço interplanetário.

E esse plasma está dirigido diretamente no rumo da Terra, onde deverá chegar criando um show espetacular de luzes na forma de auroras boreais e austrais.

Infelizmente não é só isso. Os efeitos poderão ser sentidos também pelos sistemas de comunicação, principalmente via satélite, e até mesmo pelas redes de distribuição de energia.

Tsunami solar

Observar o Sol entrar em erupção numa escala global entusiasmou a comunidade internacional de físicos, que agora dispõem também do observatório solar SDO (Solar Dynamics Observatory), da NASA.

Os cientistas acreditam ter dados suficientes para tentar decifrar a complexa sequência de eventos, detectando sobretudo os eventos primários que deram origem à tsunami solar.


A mancha solar foi tão grande que pôde ser vista sem o auxílio de um telescópio solar. Oleg Toumilovitch, na África do Sul, fotografou o evento com uma câmera digital comum.

Quando uma erupção desse tipo, chamada de ejecção de massa coronal, chega à Terra, ela interage com o campo magnético do nosso planeta, potencialmente criando uma tempestade geomagnética.

As partículas solares guiam-se pelas linhas desse campo, dirigindo-se para os pólos da Terra, onde colidem com átomos de nitrogênio e oxigênio na atmosfera, que em seguida brilham na forma de luzes dançantes, as auroras.

As auroras são visíveis normalmente apenas em altas latitudes, embora, durante uma tempestade geomagnética, as auroras possam também iluminar o céu nas latitudes mais baixas.

Ciclos do Sol

O Sol tem um ciclo regular de atividade que dura em média cerca de 11 anos.

O último máximo solar ocorreu em 2001, o que tornou seu mínimo mais recente particularmente duradouro e com atividade abaixo da média mesmo para esses mínimos.

Esta erupção em larga escala é um dos primeiros sinais de que o Sol pode estar acordando e caminhando para um outro máximo.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Cientistas da Nasa descobrem evidências de que existe vida extraterrestre na lua de Saturno

Os cientistas encontraram evidências de que há vida na maior lua de Saturno, Titã. Eles descobriram indícios de que alienígenas primitivos estão respirando na atmosfera da Titã.As descobertas, foram feita através de uma nave espacial em órbita, revelados em dois relatórios separados.A sonda Cassini da NASA analisou a química complexa na superfície de Titã – a única lua conhecida por ter uma atmosfera densa. Sua superfície é coberta por montanhas, lagos e rios, o que levou os astrônomos a dizer que é o que se tem de mais parecido com a Terra no sistema solar.Produtos químicos orgânicos já haviam sido detectados no planeta de 3.200 quilômetros de largura. Mas o líquido em Titã não é água, mas o metano, os cientistas especulam que a vida existente tem origem a partir do metano.O primeiro artigo, na revista Icarus, mostra que o gás hidrogênio flui para baixo através da atmosfera de Titã desaparecendo na superfície, sugerindo que poderiam estar sendo inspirada por insetos alienígenas.O segundo artigo, no Journal of Geophysical Research, relata que há falta de um determinado produto químico na superfície, o que leva os cientistas a acreditarem que pode estar sendo consumido pela vida

O astrobiólogo da NASA Chris McKay disse: "Se estes sinais não virem a ser um sinal de vida, seria duplamente emocionante porque representaria uma segunda forma de vida independente da vida à base de água na Terra".O professor John Zarnecki, da Open University, disse: "Nós acreditamos que a química está lá para toda a vida se formar. Ela só precisa de calor para o arranque do processo. Dentro de quatro bilhões de anos, quando o Sol inchar em uma gigante vermelha, poderia ser o paraíso na Titan".

http://www.telegraph.co.uk/science/space/7805069/Titan-Nasa-scientists-discover-evidence-that-alien-life-exists-on-Saturns-moon.html