sábado, 18 de dezembro de 2010
Hacker inglês Gary McKinnonh roubou arquivos militares e divulgou algumas fotos, veja...
Mensagem Alienígena é Finalmente Decifrada?
Em 2004, um estranho sinal foi captado pela sonda Cassini da NASA, quando ela se aproximava do planeta Saturno.
Seria este realmente um aviso para nós terráqueos?
Então me perguntei: se esta realmente tenha sido uma mensagem para a raça humana, por que seria ela em inglês? Suponho que como a sonda era de um país de fala inglesa, nada mais natural do que passar uma mensagem em inglês para o dono da sonda.
Decida por você mesmo, assistindo ao vídeo e escutando a mensagem:
domingo, 11 de julho de 2010
Suposto OVNI foge de míssil do Irã
O vídeo de um míssil lançado pelo Irã capturou um suposto Ovni (objeto voador não identificado) voando no céu, dividindo uma nuvem em duas partes.
À medida que o foguete Shahab 3 cruza o céu, uma densa nuvem se parte em duas por um suposto objeto naquela região.
NASA: Foto Oficial revela suposto OVNI perto do Telescópio Espacial Hubble
Seria um OVNI ?
Estava pesquisando fotos sobre a missão STS-103 do Ônibus Espacial Discovery, no servidor FTP público da NASA, quando me surpreendi com estas fotos.
Veja e tire suas conclusões, para mim não há dúvidas de que se trata de uma nave extraterrestre.
As fotos abaixo são oficiais e se encontram no servidor da NASA.
Eles acompanharam o desenvolvimento de voo da tal nave em sequencia de fotos. São fotos só para lembrar direto da NASA.
Essa ultima mostra, o compartimento de carga, da onde os Astronautas tiraram a foto, só para voces terem um noção de angulo.
China: ovni assusta cidade; governo diz haver "conexão militar"
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O UFO tinha interrompido o tráfego aéreo sobre Hangzhou, capital da província de Zhejiang, na quarta-feira 8 jul. Após ter sido detectado em cerca de nove horas, Aeroporto de Xiaoshan foi fechado e alguns vôos foram redirecionados para Ningbo e aeroportos Wuxi, informou um funcionário do aeroporto.
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Ele acrescentou que o tráfego aéreo foi retomado e mais detalhes serão divulgados após a investigação.
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Alguns meios de comunicação relataram que uma luz branca de OVNI foi visto em Urumqi, Xinjiang, noroeste da China, Região Autônoma Uigur. Song Huagang, secretário-geral da Sociedade de Astronomia Xingjiang tinha dito mais tarde que o OVNI foi identificado mais tarde como os restos de um míssil intercontinental lançado pelos USA.
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Fonte: OneIndia News
outras imagens do ufo chines em ingles
continuam sendo postados no You Tube, esta aqui tem explicações em inglês, então aos poucos aparece mais coisa
http://noticias.terra.com.b
terça-feira, 29 de junho de 2010
Avistamento em massa na República Dominicana
OVNI triangular foi visto por centenas de pessoas
O enorme objeto voador pairou nos céus da cidade de “La Vega” por aproximadamente 10 minutos e foi visto por centenas de pessoas em 16 de abril de 2010.
sábado, 15 de maio de 2010
Triângulo negro voador fotografado nos EUA
Segue relato da testemunha:
“Em 16 de março de 2010, Eu vi um objeto brilhante à distância. Eu pensei que poderia ser um avião em chamas e peguei minha câmera.
Em vez disso, era um grande triângulo voador com uma luz vermelha estroboscópica muito brilhante em seu centro. (era quase como se estivesse em chamas)
Ele parecia estar ganhando altitude. Na hora em que fui para o meu quintal ele já havia entrado nas nuvens e sumido!
Isso aconteceu em Greenville, Carolina do Sul às 20:03 hs.
Obrigado,
Mr.H”
domingo, 31 de janeiro de 2010
Incrível relato de um Contato Imediato de 3° Grau ocorrido na Polônia
Relatório de Campo: Marcas de aterrissagem de OVNI = crop-circle
Em 26 de Abril de 2004 o site Rense.com postou uma ocorrência intrigante vinda de Brian Vike (HBCC UFO Research) sobre um “encontro imediato de 3° grau” ocorrida 8 meses antes, em uma área rural do Norte da Polônia. (Fonte de Vike: Tomek Wierszalowicz).
Meu grande interesse foi o fato de que a testemunha havia descoberto áreas achatadas de plantação no campo após o OVNI partir. Vários círculos formando uma configuração nas fotografias obtidas eram idênticas aos chamados “crop-circles”(círculos de plantação). Seria esta a primeira evidência clara de que são os OVNIs os causadores diretos de ao menos alguns dos “crop-circles”?
Em Outubro de 2006 eu me encontrei com a testemunha ocular em uma conferência em Warsaw onde nós conversamos e depois gastamos um dia inteiro em uma viagem à Zdany(onde membros do Grupo Nautilus e eu estávamos investigando outro incidente de OVNI). Os tradutores presentes na Conferência Nautilus eram excelentes, e o subseqüente questionamento intensivo feito por mim para o Sr.Chacinski e seu amigo Zbyszek Kalisiak (traduções aprofundadas neste texto feitas por Less Hodun) revelaram algumas correções em relação ao texto original, assim como muitos detalhes adicionais.
Estou convencida da honestidade total do Sr. Chacinski e sua habilidade para recontar precisamente os detalhes deste incidente, e também percebi que os “crop-circles” – que eu sempre achei que não fossem relacionados aos OVNIs – algumas vezes são.
Em seguida está uma compilação do texto original, já com os novos detalhes fotos e ilustrações
Lech Chacinski é um motorista de caminhão que vive em Wierzchowo, Polônia com sua mulher e crianças. Na manhã de 11 de Agosto de 2003, ele saiu para trabalhar às 4:20 da manhã, mas ao chegar à uma ponte perto de Szczecinek ele observou 3 figuras (em formação triangular, um à frente dois atrás) na frente dele na estrada – a figura na frente com sua mão levantada como em um cumprimento. Ao frear seu carro, o trio andou até ele, e ele achou que fossem homens vestidos em trajes similares ao de astronautas. Entretanto, ao chegarem perto da janela do motorista ele percebeu que havia algo “extraordinariamente perturbante” neles.
Sentindo-se quase congelado à aproximação do primeiro humanóide(Lech o chamou de “líder”) do triângulo em sua janela, Lech pôde ver um capacete escuro com um visor feito de algum material transparente, através do qual ele viu 2 grandes (3cm de diâmetro) olhos redondos e negros mas não viu outros detalhes faciais. Ao perceber plenamente o que estava acontecendo, Chacinski quis fugir dirigindo imediatamente, mas um cegante “facho de luz” disparou de uma câmara retangular acima do capacete do “líder” e Chacinski perdeu a consciência.
Quando ele a recobrou alguns momentos após ele se sentiu “calmo” e sabia que o “líder” estava falando com ele telepaticamente e que ele não devia se assustar. Ele ouviu a questão: “Você nos ouviu?” e mentalmente respondeu “sim”, após isso lhe foi dito que descesse do veículo, o que ele fez relutantemente.
Lech, descreveu as entidades como sendo do tamanho de humanos altos (aprox. 190 cm), com forma humana básica (2 braços, 2 pernas, torso e cabeça), usavam um macacão bem justo de um material grosso, cinzento e elástico. Ele diz que estes macacões pareciam ser “inflados de dentro para fora” e eram “integrados com seus sapatos e luvas”. Em seus capacetes havia um tipo de banda em volta da testa que tinha uma fonte de luz no centro e no topo havia algo que Chacinski descreveu como um aparelho de comunicação. Ele não viu nenhuma insígnia nas roupas, mas em seus peitos havia um painel retangular e quadriculado com 7 linhas de luzes coloridas diferentes. Ele não se lembra a combinação das cores, mas diz que as luzem caíam em seqüencia, uma por uma, como uma fonte. Eles também tinham mochilas nas costas que pareciam com as usadas por astronautas.
Durante os aproximadamente 15 minutos do encontro, Lech, telepaticamente percebeu muitas questões colocadas a ele pelos seres. “De que material seu veículo é feito?” “Como isso funciona?” “Que tipo de combustível usa?”. O Sr. Chacinski fez o seu melhor para responder e notou que eles expressavam surpresa quando ouviam como o veículo operava. Eles também mostraram interesse em sua roupa em particular no cinto e sapatos. [Este detalhe é de grande interesse, seres encontrados em outro caso de contato na Polônia(a ser apresentado separadamente) também mostraram grande interesse nos cintos e sapatos da testemunha]
O “líder”(que foi o único a se comunicar) disse então que eles tinham vindo deixar uma mensagem ao habitantes da Terra e Lech sentiu que estava sendo encarregado de espalhar ao máximo esta mensagem.
Em essência a mensagem era de que devemos tomar conta de nós e de nosso planeta e que se continuássemos a desrespeitar as leis da Natureza, o resultado seria catastrófico. Porquê este encontro, e essa mensagem -aparentemente sobre o ambiente- foi entregue à Lech, ele não faz nenhuma idéia. O Sr. Chacinski, conseguiu aparentemente perguntar apenas uma coisa destes seres: “De onde vocês são?” à qual eles responderam “Oitava Galáxia”. Eles também lhe disseram que retornariam, embora não tenham dado detalhes de quando, onde e por qual propósito.
Realmente impressionado pelo presente encontro, Chacinski então assistiu aos seres levitarem cerca de 3 metros no ar e flutuarem através do campo adjacente a estrada para um “sólido disco de metal” afastado cerca de 300 mts(o qual ele não havia percebido até então). Lech calcula que o corpo do OVNI tinha aproximadamente 50 metros de largura por 20 mts de altura(as “pernas” sendo embaixo do corpo da nave).
Haviam 3 linhas de janelas coloridas individuais na metade superior do OVNI e 3 armações de 5 mts de comprimento, como vigas-mestra, que eram os pés da nave, cada uma delas terminava em 2 apoios redondos que aparentemente nivelavam o OVNI no terreno irregular no topo do monte. [Lech não está absolutamente certo de que os pés tocavam o solo]
No topo do OVNI havia uma câmara opaca e duas “antenas”. Os seres aterrissaram perto da nave e andaram até um ponto onde um “facho muito forte de uma luz branca-azulada” disparou de uma abertura redonda que abriu embaixo da nave. Este “facho de luz” levou os três seres para dentro do OVNI, após isso acontecer a porta se fechou e uma nuvem colorida envelopou a nave.
O disco então flutuou sobre o solo cerca de 50 mts, parou brevemente, (a fumaça então se dissipou) e então foi embora num ângulo de 70° Graus em direção à Sudeste, fazendo um barulho sibilante como “ssssssss”.
Após a partida do disco uma marca de múltiplos círculos pôde ser vista no campo, nos quais as plantas estavam enroladas e achatadas, com círculos menores exatamente nas áreas aonde o Sr. Chacinski viu os pés da nave.
Ao voltar para o carro após o disco ter partido um conhecido de Chacinski parou próximo a ele, perguntando se ele precisava de ajuda. Dizendo que não, que estava bem, Lech então percebeu que ele não havia visto outros carros passando durante o incidente todo e se perguntou se de alguma forma os humanóides teriam causado isso.
Ele foi trabalhar e a príncipio não disse nada aos colegas sobre o incidente. Ele, no entanto, ligou para a polícia anonimamente para reportar o “crop-circle” e então foi para casa por um tempo e contou à sua mulher sobre a experiência. Eles discutiram sobre o que fazer, em particular sobre a “mensagem” que ele havia recebido. Lech diz que não queria falar nada sobre o encontro matutino.
Mas, naquela tarde, de volta ao trabalho, ele decidiu notificar a polícia novamente, desta vez identificando-se e descrevendo o evento inteiro. Ele também contou aos seus colegas e outros, sofrendo as subseqüentes ridicularizações e “tempos muito ruins”, com muitas pessoas rindo dele e fazendo graça de seu relato.
Lech retornou ao “crop-circle” no dia seguinte com seus dois filhos, sua filha e o marido dela e andou no grande círculo interno. Após alguns minutos dentro do círculo ele novamente experenciou um momento “tão ruim quanto quando foi cegado pelo facho de luz do “líder”, mas desta vez ele não perdeu a consciência.
Durante 3 ou 4 meses seguintes ao encontro ele diz que sentiu extraordinariamente “tranqüilo” e desinteressado em brigas ou levantar sua voz, uma mudança também notada por sua mulher e amigos.
Baseado em duas novas fotos obtidas, abaixo (assumindo que a altura do homem no centro do círculo seja de cerca de 2 mts de pé), eu medi o círculo do meio como tendo 22 metros de diâmetro. Se a estimativa do Sr. Chacinski estiver correta, o “crop-circle” inteiro estava sob o OVNI.
Até onde sabemos esse é primeiro relato detalhado de um OVNI “sólido” e de seres “humanóides” diretamente associados à criação de um “crop-circle”. Outros testemunhos contam de fenômenos aéreos iluminados criando “crop-circles”.
Para mim, tendo agora encontrado e gasto um tempo considerável com Lech e alguns de seus amigos, este relato resolve qualquer dúvida que houve um OVNI envolvido na criação deste “crop-circle”. E também me parece que os OVNIs -o que quer que sejam- tem associação mais direta do que eu pensava com os “crop-circles”.
Isto significa que todos os “crop-circles” são causados por OVNIs? A maioria dos pesquisadores de “crop-circles” que eu conheço não acham isso. E se, isso indica então que há muitos agente causadores, bem, começa a parecer que qualquer compreensão profunda deste bizarro fenômeno pode ser mais elusiva do que primeiramente era suspeito.
P.s. – Na transcrição final de Less Hodun sobre o encontro de Chacinski, ele incluiu uma questão que havia perguntado um ano ou mais antes e a resposta de Lech. Eles estavam sentados em um café após um simpósio em Police, Polônia. O sr. Hudon perguntou se Lech já havia experienciado alguma situação não-usual anteriormente.
A resposta de Chacinski foi direta. Cerca de duas semanas antes do encontro em Szczecinek, alguma coisa estranha havia acontecido em sua casa. Era por volta da meia-noite e Lech e sua mulher assistiam TV. Sua atenção foi atraída por um tipo de ponto de luz, de cerca de 3cm de diâmetro, movendo-se horizontalmente da esquerda para direita correndo junto ao topo da parede, próximo ao teto. Lech não disse nada, mas ao continuar a olhar o ponto de luz ele se sentiu magnetizado. De repente o ponto de luz desceu à altura de sua cabeça e vôou direto de encontro a ele, indo diretamente ao seu olho esquerdo. Ele correu ao banheiro, lavou os olhos vigorosamente com água fria e voltou à sala. Ele perguntou à esposa se ela havia visto algo estranho, mas ela disse que não.
Fonte: BLT Research
sábado, 30 de janeiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
O extraterrestre da Cataluña

Depois de algum tempo um dos casais se prontificou a se aproximar da criatura, ela permanecia emitindo ruídos indecifráveis para eles, com um movimento rápido jogaram uma manta sobre o ser que logo foi capturado. Ao contrario do que puderam imaginar se tratava de um ser extremamente dócil e inteligente, ofereceram a ele todo o tipo de comida que havia no local, mas, o ser nada aceitou, sem explicação morreu no primeiro dia talvez por inanição, logo foi colocado dentro de um frasco com formol para ser conversado até que as autoridades pudessem estudar a criatura e descobrir do que se tratava.


Ser dentro do frasco com formol
O corpo apresentava cor azulada totalmente sem pelos e com algumas manchas na região do pescoço, possuía 12 centímetros de altura, seus olhos eram vermelhos e suas garras unidas por uma membrana, sem duvida alguma uma morfologia muito rara, já dentro do formol sua cor passou a ser esverdeada. Foi levado para a Universidade de Biologia de Barcelona e foi constatado que aquele animal não fazia parte de nenhuma especie conhecida pelo homem até então, só poderia se tratar de uma especie ainda não catalogada pela ciência.
Existem pesquisadores que a partir de contatos com entidades espirituais podem afirmar que se trata de uma especie extraterrestre que foi deixada acidentalmente por seres de outra especie, eles seriam como animais da natureza, porem, de outros planetas e que inclusive são utilizados de forma domestica assim como são os cachorros por nos.
A ciencia afirma que este ser não é conhecido ou catalogado por ela, essa afirmação nos abre uma porta para diversas possibilidades, possibilidades essas que não podemos provar ainda, este ser segue sendo um misterio para a ciencia.
A possível localização do disco de Roswell assim como a de outros
19 de dezembro de 2009
Por Anthony J. Tambini
Tradução: Bárbara Leite
A Força Aérea dos Estados Unidos declara que não recuperou um OVNI perto de Roswell, Novo México. Esta afirmação é tecnicamente verdadeira. A recuperação aconteceu a umas 200 milhas a oeste, em algum ponto das planícies da região de San Agustín. A F.A. declara que não transportou um OVNI resgatado à Base Aérea Wright Patterson. – Esta afirmação é verdadeira. A nave resgatada foi transportada a uma localização diferente. Esta é a teoria por detrás deste documento.
INTRODUÇÃO
SINOPSE DO EVENTO
Em 8 de julho de 1947, as Forças Aéreas do Exército dos Estados Unidos lançaram um artigo na imprensa afirmando, com efeito, que a F.A. do exército tinha em sua posse destroços de um disco voador. O artigo foi lançado pelo comandante da Base Aérea do exército de Roswell. O "Roswell Daily Record" lançou uma estória na primeira página com a chamada em destaque: "RAAF captura disco voador em rancho na região de Roswell". No dia seguinte, 9 de julho, o comandante do campo de pouso do exército do Forte Worth teve uma conferência de imprensa na qual ele afirmou que a F.A. do Exército não havia capturado um disco voador acidentado, mas que na verdade, o pessoal da F.A. havia confundido um balão meteorológico com um disco voador.
A estória do disco acidentado começou quando W.W. Brazel, trabalhador de um rancho no condado de Lincoln, Novo México, descobriu um material estranho numa área da propriedade onde ele estava trabalhando. Em 14 de junho de 1947, Brazel e seu filho estavam a aproximadamente 7 ou 8 milhas da casa do rancho de J.B. Foster (Brazel tocava o rancho para Foster), quando ele se deparou com uma vasta área de destroços brilhantes. Brazel passou pela área e continuou seu trabalho. Ele retornou à área em 4 de julho e recolheu pedaços do estranho material e os levou ao xerife local, George Wilcox. O xerife também ficou intrigado e contatou a Base Aérea de Roswell. A base enviou o Major Jesse Marcel e um outro homem com roupas civis. Eles acompanharam Brazel ao local e observaram que o material era realmente estranho. O local ficava a umas 30 milhas a sudeste de Corona, Novo México. O campo de destroços media aproximadamente 200 jardas de diâmetro. Marcel estava tão intrigado quanto Brazel e Wilcox sobre o que poderia ser o material. Ele e o outro homem a paisano recolheram o quanto puderam carregar do material para levar à base, e partiram. Logo após isto, a base liberou o famoso artigo sobre os destroços do disco.
Parece um pouco estranho que o operário do rancho, o xerife local e o Major Marcel não pudessem identificar o material como sendo partes de um balão meteorológico. O Major Marcel era um piloto de combate graduado e pilotou um B-29 em missões durante a guerra. Ele era da equipe de inteligência da base. Também parece incomum que , seja lá a quem Marcel tenha levado o material no campo da base, não pudesse identifica-lo como sendo um balão meteorológico, mesmo que fosse classificado como um Mogul ou algum outro projeto de balão de grandes altitudes, alguém na base certamente teria reconhecido que o material não definitivamente incomum.
Em 1995, a Força Aérea do Estados Unidos divulgou "O Relatório Roswell – Fato X Ficção no Deserto do Novo México". O relatório tentava relacionar os relatórios originais de Roswell ao Projeto Mogul, um programa classificado como ultra secreto que usava balões de grandes altitudes para carregar instrumentos especiais a altitudes extremamente elevadas. Em 1997, a F.A. liberou um segundo relatório: " O Caso do Relatório Roswell Encerrado". Neste relatório, a F.A. tentava relacionar a queda de bonecos de paraquedas de balões de grande altitude à estória da queda do disco voador, bem como relatório de testemunhos de resgates de corpos de alienígenas. Infelizmente para a F.A., as datas dos testes das quedas, assim como de outros vôos de balões não combinavam com o relatório do acidente em Roswell. A resposta da F.A. para isto foi afirmar que a memória das testemunhas estava equivocada nas datas da queda em Roswell!
Uma coisa é certa: algo muito incomum caiu do céu e acabou no deserto do Novo México, em julho de 1947. Podemos estar certos disto simplesmente porque a F.A. do Exército admitiu isto duas vezes. Uma vez, durante a declaração na imprensa original de que eles haviam capturado um disco voador , e a segunda vez, um dia mais tarde, quando declararam à imprensa que, de fato, algo acabou no deserto e que aquilo era simplesmente um balão meteorológico. Os relatórios da F.A. em 1995 e 1997 acabaram acrescentando mais confusão à estória, do que "encerrando o caso".
Através dos anos, pesquisadores deste evento descobriram vários detalhes sobre o que realmaente aconteceu no local, perto de Roswell, em julho de 1947. O evento, de acordo com estes pesquisadores, foi de que um nave extraterrestre caiu perto de Corona, Novo México, em junho de 1947. Algumas partes deste veículo caíram no campo de um rancho e uma pequena amostra delas, levadas ao xerife local por um trabalhador do rancho. O militar foi cont conforme segue-se a estória, a nave foi recuperada e, finalmente, transportada ao Campo Wright, perto de Dayton, Ohio.
O transporte da nave ao Campo Wright é o objeto deste estudo.
O CAMPO WRIGHT
Vários pesquisadores relataram que o veículo acidentado em Roswell acabou no Campo Wright, perto de Dayton, Ohio. As especificações do real transporte do veículo não estão bem pesquisadas. A maioria relata simplesmente, que o veículo foi levado ao Campo Wright. Por que o Campo Wright foi selecionado por estes pesquisadores como o destino final do veículo? Esta foi simplesmente a escolha mais lógica. O Campo Wright era e é a primeira instalação de pesquisa da aviação militar dos Estados Unidos. Assim sendo, seria lógico admitir que, de alguma forma, o veículo acabou neste local.
O Campo Wilbur Wright foi usado pelo exército em 1917 para treinar pilotos e artilheiros durante a Primeira Guerra Mundial. O Campo recebeu este nome em homenagem a Wilbur Wright. Em 6 de julho de 1931, o campo foi renomeado Wright-Patterson, em homenagem ao Tenente Frank Patterson. O Tenente Patterson foi morto em um acidente aéreo no campo. Durante 1947, o campo foi usado para uma ampla variedade de testes de sistemas de aeronaves. A F. A. do Exército manteve uma Divisão de Tecnologias Estrangeiras na base. A responsabilidade das Divisões era avaliar as tecnologias da aviação de outros países.
Após a Segunda Guerra Mundial, o Campo Wright envolveu-se em conduzir pesquisas médicas em grandes altitudes. O Laboratório Médico Aéreo do Campo Wright possuía uma variada equipe de pessoal altamente qualificado, que incluía muitos imigrantes alemães, sendo o mais notável, Hubertus Strughold. O Dr. Strughold ficaria conhecido como o "Pai da Medicina Espacial". O Laboratório Médico Espacial estava interessado nos efeitos das grandes altitudes nos seres humanos. Dr. Strughold afirmou: "O que chamamos de atmosfera elevada no sentido físico, deve ser considerada, em termos biológicos, como espaço na sua forma total".
Assim, pareceria lógico que, se algum alienígena fosse capturado do acidente no Novo México ou qualquer outra localidade, alienígenas mortos ou vivos seriam levados ao Laboratório Médico Aéreo do Campo Wright para serem examinados. E seriam levados, preferencialmente, através de aeronave militar. Entretanto, o Campo Wright seria o último lugar para se transportar a nave alienígena devido ao tamanho e perigos em potencial envolvidos.
MÉTODOS DE TRANSPORTE
Antes de detalhar os vários métodos que poderiam ter sido usados para transportar o veículo acidentado, devemos primeiramente estabelecer que o veículo tenha sido embarcado como uma unidade completa. Entrevistas de pesquisa com testemunhas oculares da nave descrevem um objeto com forma de disco, com aproximadamente 30 pés de diâmetro ( os relatos da verdadeira forma e tamanho variam) com significativos danos estruturais aparentes. Estes danos, na maioria das vezes, foram relatados como um significante rasgo / corte ao longo da parte externa da nave, permitindo uma observação limitada do interior da nave.
Com uma nave de origem desconhecida e material estrutural potencialmente desconhecido usado em sua construção, junto ao dano estrutural aparente, pareceria lógico que qualquer avaliação de engenharia no local, teria certamente determinado que a nave precisava ser deslocada completamente montada, e de modo algum, danificada. Mais certamente, o aparelho não teria sido de modo algum desmontado ou cortado para facilitar o transporte.
Com o critério acima estabelecido, teria havido somente três métodos disponíveis de transporte:
Transporte aéreo: Na segunda metade dos anos 40, havia somente 5 aeronaves de carga, grandes, disponíveis para os militares. Estes cinco eram o Douglas C-74, o Douglas C-54, o Boeing C-97 e o Lockheed L-49. Nenhuma poderia ter carregado o disco acidentado ao Campo Wright.
O C-74 era a maior das aeronaves acima. Este cargueiro pesado tinha uma envergadura de 173 pés, e um comprimento de 124 pés. Ele tinha uma autonomia de 3400 milhas com 50000 libras de carga. De outubro de 1945 a abril de 1947, 12 aeronaves foram entregues à Força Aérea do Exército. As aeronaves tinham autonomia e capacidade para, potencialmente, carregar o veículo acidentado. Entretanto, sua porta de abastecimento de carga, devido à sua dimensão retangular, era grande o suficiente apenas para permitir que um objeto pouco maior que o tamanho de um jeep do exército passasse por ela.. Elas tinham uma única porta para abastecimento de carga na parte inferior das aeronaves. Esta porta permitia que um objeto do tamanho de um jeep fosse carregado através da fuselagem através da montagem de uma rampa que era erguida para dentro da aeronave. Um disco de 30 pés não poderia ter sido carregado internamente em nenhuma das aeronaves C-74, tampouco externamente.
O Douglas C-54 era a aeronave de transporte de carga pesada mais proeminente na época (final dos anos 40). Ela era menor que o C-74, e carregava menos carga a uma distância menor. Esta aeronave tinha uma porta de carregamento que era significativamente menor que a do C-74, de modo que ela não poderia ter carregado o disco internamente nem externamente.
O Boeing C-97 era comparável em ambas as dimensões, tanto no tamanho quanto na capacidade de carga do C-54. O C-97 tinha uma porta de carregamento de aproximadamente o mesmo tamanho do C-54. Como o C-74, ele também tinha uma única porta de carregamento na sua parte inferior, mas sua capacidade em tamanho e de carga em peso eram comparáveis às do C-54, sendo que também não poderia ter carregado o disco nem internamente, nem externamente.
O Lockheed L-49 tinha uma porta de carregamento muito menor que qualquer das aeronaves acima. Ele não poderia ter carregado o disco interna ou externamente.
Transporte por ferrovia: Embora pareça um método provável de transporte, há significativos impedimentos para este sistema. Durante a segunda metade de 1947, a Ferrovia do Pacífico Sul era ligada a um sistema ferroviário que passava por Alamogordo, Novo México, serpenteando seu trajeto através do Novo México, em direção à porção nordeste dos Estados Unidos. A linha ferroviária corria para nordeste todo o trajeto, até Illinois, terminando no final sul do Lago Michigan. Após a Segunda Guerra Mundial, a maior5ia das linhas ferroviárias foram convertidas à diesel. Estas locomotivas à diesel substituíram as locomotivas mais antigas movidas à vapor, porque elas poderiam carregas fretes a distâncias maiores, sem reabastecer ou fazer manutenção, do que os modelos anteriores. Uma locomotiva movia à diesel poderia carregar uma carga muito pesada através do continente, sem um único reabastecimento ou manutenção necessários.
Sendo que a locomotiva à diesel era a mais eficiente (ao contrário à locomotivas à vapor ou carvão, que exigiam significantes paradas para reabastecimento do Novo México ao Ohio) para este documento a usaremos como a fonte de força para transportar a nave de Roswell a Dayton. Embora estas locomotivas não exigissem paradas para manutenção ao longo do trajeto, há alguns problemas logísticos significativos com o transporte ferroviário. O mais evidente seria o diâmetro da nave. Com aproximadamente 30 pés, isto significaria que uma parte importante da nave ficaria saliente para fora do vagão. Esta saliência se tornaria um problema quando o trem passasse pela estação de cada cidade.As estações tinham (como têm agora) numerosos obstáculos contra os quais a saliência da nave se chocaria. Entre estes componentes estruturais da estação tais como a estrutura saliente do telhado e componentes associados para a proteção dos passageiros, os suportes da correspondência onde os malotes estariam suspensos, e as bandeiras de sinalização. Só no Novo México, havia 12 estações ao longo do trajeto do trem. Havia 5 estações na pequena parte do Texas que o trem teria que cruzar. Vinte e quatro se encontravam no Kansas, e 15 no Missouri. Tudo isto antes de entrar em Ohio. Uma vez em Illinois, o trem precisaria se transferir das Linhas Pacífico Sul para outra linha que ia de Saint Louis a Dayton. Os postes de luzes de sinalização da ferrovia, em cada cruzamento de estrada ao longo da rota, também se tornariam obstáculos.
Além disto, o suporte de logística do trem exigiria que ele não ultrapassasse outro trem viajando na direção oposta. Se um outro trem estivesse viajando na direção oposta, havia a possibilidade de que não houvesse espaço suficiente entre o trem oposto e a saliência da nave. A rota do trem deveria ser mudada, portanto.
Obstáculos naturais são outras considerações, como o espaço entre a saliência da nave e montanhas ou árvores grandes ao longo da trilha que deveria ser anteriormente verificada, para saber se haveria espaço
suficiente.
Como podemos ver, o método de transporte ferroviário teria sido dificilmente praticável, se não impossível.
Transporte Rodoviário: O transporte rodoviário do veículo já foi mencionado em várias publicações sobre este assunto, e como na situação do transporte ferroviário, também parece lógico. Entretanto, esta situação sofre de problemas logísticos semelhantes. O transporte do veículo por caminhão exigiria uma viagem árdua e lenta através do continente. O trânsito de veículos se aproximando na direção oposta precisaria ser afastado para fora da estrada a fim de assegurar espaço suficiente entre o tráfego que se aproximasse e a saliência da nave. Além disto, o caminhão necessitaria paradas freqüentes para manutenção ao longo do trajeto. Uma equipe de segurança militar deveria ser despachada com o caminhão para manter a segurança da carga tanto quanto possível. Ao longo do trajeto e nas várias paradas para manutenção, civis ficariam, com certeza, curiosos com relação à carga. A viagem levaria um tempo considerável, sendo que a velocidade do caminhão seria baixa (cerca de 50m/h , mais ou menos). Isto deve-se ao fato de que as condições da estrada, no final dos anos 40, não tinham boa manutenção, e na maioria das vezes, não passavam de poeira. A rota deveria levar em consideração quaisquer obstáculos naturais, tais como árvores, colinas/montanhas, etc, que poderiam vir a ter contato com a saliência do veículo. Além do mais, estas mesmas considerações precisariam ser levadas em conta com os obstáculos artificiais, tais como linhas de energia, telefone, telégrafo, etc.Como pode ser observado, este método de transporte teria sido completamente impraticável.
Uma observação final sobre os transportes por ferrovia e caminhão: durante o final dos anos 40 e durante os anos 50, a energia atômica era considerada o último meio de propulsão para aeronaves. Em setembro de 1947, o general da Força Aérea do Exército dos Estados Unidos, N. F. Twining, chefe do comando de Assuntos Aéreos, lançou um memorando entitulado " A Opinião do Comando Militar Aéreo Sobre Discos Voadores". Um subparágrafo deste memorando afirma " a possibilidade de que alguma nação estrangeira tenha uma forma de propulsão possivelmente nuclear que está fora de nosso conhecimento doméstico". Obviamente o exército estava muito preocupado que o veículo resgatado no Novo México pudesse ter sido propulsionado por algum tipo de reator atômico. Sendo que ele havia se chocado e uma parte de seu exterior tinha se rasgado/rompido, pode ter havido a preocupação de que houvesse potencial de vazamento radioativo para a atmosfera. Com isto em mente, parece muito pouco provável que o exército levasse o veículo perto ou através de áreas povoadas, em uma viagem do Novo México através dos Estados Unidos para Dayton, Ohio.
Embora mais certamente qualquer corpo alienígena resgatado, bem como pedaços de destroços e/ou equipamentos recuperados da nave fossem embarcados para o Campo Wright, a nave propriamente dita deve ter sido embarcada para qualquer outro local. Alguma outra localidade para a qual a nave deve ter sido selecionada.
PARA ONDE FOI LEVADA A NAVE DE ROSWELL?
A escolha mais lógica para tal local na ocasião teria sido o Laboratório Sandia no Novo México.
O Laboratório em Los Álamos foi estabelecido em 1943, sob o codinome "Projeto Y". O trabalho do laboratório se tornaria crítico durante o desenvolvimento da primeira bomba atômica. Quando o laboratório abriu em 1943, ele estava sobre a direção de J. Robert Oppenheimer, e foi encarregado de realizar a pesquisa necessária , desenvolvimento tecnológico e produção da bomba propriamente dita. O laboratório possuía em sua equipe, cientistas eminentes como Enrico Fermi, Bruno Rossi, Emelio Segre, Neils Bohr, I. I. Rabi, Hans Bethe, Rolf Landshoff, John von Neumann, Edward Teller, Otto Frish, Joseph Kennedy, George Kistiakowsky, Richard Feynman, e Edwin McMillan. O laboratório cresceu em números e as instalações na Sandia continuaram a ser melhoradas durante o período de 1943 a 1945. As estradas do laboratório ao local de teste em Trinity foram melhoradas consideravelmente, de modo que o transporte do material do local seria eficiente e seguro.
Meses anteriores ao primeiro teste bem sucedido da bomba atômica, os diretores do laboratório em Los Álamos estavam procurando por um novo local que fosse mais conveniente para Los Álamos continuar o desenvolvimento de armas nucleares. Os diretores sentiram que o Campo Kirtland tinham preenchido as necessidades de transporte de Los Álamos, e assim, tal decisão foi tomada para transferir o trabalho conduzido em Los Álamos para Kirtland. Uma parte segura de Kirtland foi determinada, instalações construídas, e a área foi identificada como Base de Sandia.
Conforme afirmado anteriormente, durante 1947, as autoridades militares estavam especulando que o sistema de propulsão dos discos voadores pudesse ser nuclear. Esta especulação era baseada na performance espetacular das naves. Relatórios indicavam que elas podiam voar a velocidades muito acima de 7.000m/s, e que na realização de tais velocidades, podiam fazer curvas em ângulos retos. Havia relatórios em que elas podiam subir acima de 80.000 pés. A aeronave mais veloz a voar em 1947 era a Bell Aircraft XS-1. Em outubro de 1947, a aeronave foi lançada de um avião cargueiro B-29 sobre Muroc Dry Lakes, e tornou-se a primeira aeronave a quebrar a barreira do som, viajando a pouco mais de Mach-1. Durante o final dos anos 40, e nos anos 50, os militares tentaram construir uma aeronave propulsionada à energia nuclear. Estas tentativas acabaram em fracassos. A única aeronave a voar com um projeto nuclear operante à bordo foi um bombardeiro B-36, altamente modificado. O projeto de propulsão não operava qualquer sistema à bordo, e a aeronave foi usada apenas como plataforma de teste.
Que melhor local poderia ser para transportarem o disco acidentado do que a Base Sandia? Já que havia a especulação de que a nave seria propulsionada por energia nuclear, Sandia seria o lugar perfeito para se conduzir uma análise científica da nave. Equipes cientistas e militares poderiam ser trazidas ao local, em relativa segurança. Sendo que o trabalho estava sendo conduzido sobre energia atômica e termonuclear, o laboratório era uma instalação altamente qualificada. O trabalho do Campo Wright estava centrado primeiramente na ciência da aviação e projetos de energia convencional. O campo estava localizado nos arredores de Dayton, Ohio, que era e é uma metrópole com grande população.
Curiosamente, em 8 de julho de 1947, o tenente-general Twining, o major-general Chidlaw, o general-brigadeiro Thomas, e o general-brigadeiro Brentnall foram nomeados em missão temporária de três dias em Sandia, com o objetivo de seguirem um "Curso Sobre Bombas Para Comandantes". Parece até brincadeira que um general 3 estrelas (Twining), um general 2 estrelas (Chidlaw) e dois generais de uma estrela (Thomas e Brentnall) fossem convocados para assistirem um curso sobre bombas, para generais! Todos eram do alto escalão da Força Aérea, todos eram veteranos combatentes e pilotos comandantes. Nenhum deles seria convocado para pilotar um bombardeiro a qualquer momento, devido às suas posições e idades. Poderia este "curso" ter sido um disfarce para uma revisão dos achados, para atualizar os dados acumulados da análise do veículo acidentado trazido para Sandia?
O transporte da área de Roswell para Sandia teria sido relativamente fácil e discreto. As estradas de Los Álamos e Sandia para a área de Roswell eram bem estabelecidas, com muito poucas cidades ao longo do trajeto e pouco povoadas. Caminhões de carga militares M-35 e M-324 com guindastes, assim como reboques planos foram prontamente postos à disposição, tanto em Roswell quanto em Kirtland, para a operação de resgate e transporte. Além disto, a curta distância da viagem, aliada à baixa densidade demográfica, teria feito de Sandia um local desejável, caso houvesse qualquer preocupação com vazamento de radiação oriundo da nave danificada.
Em 1962, a legislação federal foi acionada para transferir a propriedade comercial e residencial em Los Álamos, de propriedade federal a propriedade particular. Em 1967, toda a região em Los Álamos foi transferida para propriedade privada. Curiosamente, nesta mesma ocasião, as instalações de Groom Lake foram construídas.
O U-2 foi testado na área altamente classificada de Groom Lake, em meados dos anos 50, e o governo (tanto militares quanto a CIA) estavam usando as instalações para testar equipamentos altamente classificados. Uma vez que instalações suficientes em Groom Lake foram concretizadas, o transporte da aeronave de Sandia a Groom Lake teria sido facilmente realizado.
(1) As iniciais RAAF são para Roswell Army Air Field (Campo Aéreo do Exército de Roswell)
(2) Algumas informações neste parágrafo vieram do "Relatório Roswell – Fatos X Ficção no Deserto do Novo México, anexo I". Publicação liberada pela Força aérea dos Estados Unidos, disponível a partir do Escritório de Imprensa do Governo.
(3) "O Relatório Roswell – Fato X Ficção no Deserto do Novo México". Liberado pela Força Aérea dos Estados Unidos (1995). ISBN 0-16-048023-X
(4) "ORelatório Roswell – Caso Encerrado" – Liberado pela Força Aérea dos Estados Unidos (1997) ISBN 0-16-049018-9
(5) Observação – Helicópteros eram raros, mas disponíveis em 1947. Entretanto, nenhum deles era capaz de transportar algo do tipo do disco acidentado.
(6) Algumas afirmações neste parágrafo vieram do "Relatório Roswell – Fato X Ficção no Deserto do Novo México", anexo 14.
(7) No "Relatório Roswell – Fato X ficção no Deserto do Novo México", a USAF declara que as ordens para o curso de bombas que estes generais assistiram estão datadas em 5 de junho de 1947, e isto foi bem antes da divulgação na imprensa em julho, 1847. Enquanto que, na superfície, este parece ser o caso, o que temos no relatório é simplesmente uma cópia de um documento microfilmado. Por alguma razão, o documento não tem a data datilografada nele. A data de 5 de junho é uma data estampada. Poderia ser que esta, na verdade, seja a estampa da data indicando quando o documento foi recebido ou editado. Ou poderia ter sido algo acrescentado em data posterior. Além de não ter a data datilografada nele, o documento é um pouco estranho por se dirigir a um general 3 estrelas, o chefe do Comando de Assuntos Aéreos, para freqüentar um Curso de Bombas Para Comandantes. No "Relatório Roswell – Fato X Ficção no Deserto do Novo México, este curso é identificado como um curso para comandantes sobre bombas nucleares. Embroa o General Twining fosse um piloto de comando graduado, por que alguém de sua idade e Comandante de Assuntos Aéreos (um piloto graduado não seria uma exigência para chefiar o comando) convocado para assistir um curso para comandantes sobre bombas? Um outro erro no "Relatório Roswell – Fato X Ficção no Deserto do Novo México" aparece na página 14. O relatório afirma "Ao retornar ao Campo Aéreo do Exército de Roswell, é geralmente alegado que medidas especiais foram tomadas para notificar quartéis generais mais elevados, e arranjos foram feitos para que se tivesse os materiais resgatados transportados a outros locais para análise. Estes locais incluem o Forte Worth, Texas, e lar dos Oito Quartéis Generais da Força Aérea; possivelmente a Base Sandia (agora Kirtland, AFB)..." Na realidade, perto do final de 1941, a Base Aérea de Albuquerque foi renomeada Campo Kirtland, em homenagem ao piloto do exército, Coronel Roy S. Kirtland. As ordens para que o General Twining assistisse o curso de bombas especificamente, o encaminha e aos outros generais, à Base Sandia, e não ao Campo Kirtland. Cópias das ordens foram enviadas ao Oficial Comandante em Kirtland.
O C-74 era a maior aeronave que poderia ter carregado o disco acidentado de Roswell. De outubro de 1945 a abril de 47, doze aeronaves foram entregues à Força Aérea do Exército. A aeronave tinha autonomia e capacidade de carga para potencialmente carregar o veículo destroçado. Entretanto, sua porta de carregamento, devido à sua dimensão retangular, era grande o suficiente para apenas permitir que um objeto do tamanho de um jipe do exército passasse por ela. Ele tinha apenas uma porta de carregamento no lado inferior da aeronave. Um disco de 30 pés não poderia ter sido carregado internamente em qualquer das aeronaves C-74, nem poderia ter sido transportada externamente.
Na ilustração acima, a parte escura cobrindo o C-74 é do tamanho aproximado do disco de Roswell, comparado à aeronave. Como se pode ver claramente, não há forma de que o disco pudesse ser transportado por avião ao Campo Wright. Conforme anteriormente afirmado, sob o ponto de vista de engenharia e científico, o disco não teria sido cortado ou desmontado para transporte.
Avistamentos de objetos estranhos ocorreram neste ano na China
Fonte: People Magazine
Tradução: Milton Dino Frank Junior
Um objeto brilhante voando como um cone de cauda foi fotografado na Região Autônoma Uigur de Xinjiang no dia11 de janeiro de 2010 por volta das 20h: 00min.
O objeto piscava luzes azuis, vermelhas, brancas e verdes de acordo duas redes de TV locais.
James Oberg, um jornalista atuante na região, informou que um míssil chinês foi acionado para interceptar um míssil em vôo na semana passada, o que fez com que pessoas nas províncias de Gansu e Xinjiang relatassem avistamentos de objetos desconhecidos nos céus.
As pessoas da zona rural não estavam bem equipadas com câmeras e as imagens que vieram à tona alguns estão desfocadas.
"A China realizou um teste de solo de mísseis no seu território na segunda-feira", a agência de notícias Xinhua publicou esta notícia na última segunda-feira.
Uma hora depois, foram acrescentadas duas frases: "O teste alcançou o objetivo esperado. O teste é de natureza defensiva e não visa o ataque a qualquer país".
No entanto, há aqueles que duvidam da notícia e acreditam que o governo está escondendo o fenômeno OVNI da população.
Um canal de TV da China transmitiu um vídeo de um objeto avistado na pequena cidade de Jing Xian na província de Anhui, na semana passada, que pode ser visto abaixo.
Além dos últimos avistamentos de objetos, um objeto em forma de pirâmide foi visto voando sobre uma parte desconhecida da China, e a imagem foi capturada em vídeo.
Objetos luminosos cruzaram os céus de Colatina - ES
Por Nathan para o Site do CUB
Colatina - ES
Moro no interior do município de Colatina no Estado do Espírito Santo.
Na noite de 10 de janeiro de 2010, avistei vários objetos que se assemelhavam com estrelas, mas que se movimentavam e mudavam a intensidade de seu brilho surpreendentemente.
A velocidade desses objetos era enorme, se comparada a de um satélite ou sonda espacial.
Esses objetos apareceram durante 40 minutos.
O avistamento ocorreu no intervalo de tempo entre às 20h:30min até as 21h:10min
Depois disso os objetos desapareceram.
Os objetos passavam com uma freqüência de dois a três minutos de intervalo entre um do outro.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Objeto desconhecido filmado nos EUA

Data: 22/09/2009
Local: Phoenix, Arizona
O programa “CNN’s IReport” publicou um vídeo de luzes nos céus sobre Phoenix, Arizona. Brad Drenning filmou quatro luzes que voavam em diversas formações. Drenning relatou que nenhum som foi ouvido vindo dos objetos. Ele os filmou por aproximadamente 11 minutos.
Autoridades militares declararam que não havia aviões voando no momento do avistamento de Drenning. Brad disse que não foi contatado por ninguém sobre seu filme e o avistamento até o momento.
Link do Video :http://www.dailymotion.com/video/xafo84_ufo-filmed-over-arizona_tech
Encontros com OSNIs

OSNIs = Objetos Submarinos Não Identificados
Tradução: Milton Dino Frank Junior
extraordinário contato com luzes anômalas tem sido registrado por testemunhas oculares através dos séculos... avistamentos em rios, lagos, mares e oceanos por todo o globo terrestre.
Alguns casos:
Segundo jornais alemães de agosto de 1954, quando em rota de Amsterdam para New York, o Capitão Jan Bos, da SS Groot Beer, relatou ter observado um estranho objeto luminoso subir no Oceano Atlântico a mais ou menos 90 milhas a leste do farol de Cape Cod. Tinha portas iluminadas ao redor da borda e desenvolvia uma velocidade fantástica.
Dois policiais viram emergir da água em Porthcawl, na noite de 01 de setembro de 1957, algo que, de início, parecia um barco em chamas. Ele estava localizado na direção de Ilfracombe, no canal de Bristol e começou como um brilho vermelho que logo cresceu e ficou maior que uma lua cheia. Podia ser vista uma faixa negra em zig-zag em seu centro, depois decolou em uma velocidade alarmante, acompanhado de duas luzes menores, em direção do Atlântico.
Os sons captados pelo hidrofone de um navio de pesquisa operado pelo Instituto Oceanográfico de Woods Hole estavam dirigidos aos osciloscópios do barco quando este sondava as águas profundas de Puerto Rico. Os cientistas a bordo ficaram confusos, pois o barulho continuava intermitentemente a uma profundidade de 30.000 pés. Este limite extremo quase que certamente exclue a presença de um outro tipo conhecido de submarino. Quando mais tarde traduziram seus registros para cartões IBM , os cientistas, para seu espanto, descobriram que os sons registrados eram de uma mudança na taxa de 100 a 180rpm. Vários dias de avaliação de dados os deixaram ainda mais surpresos...começaram a ponderar se de fato eles não tinham rastreado algum tipo de vida marinha - subsequentemente apelidando-a de "180rpm animal".
O inglês Nigel Lea-Jones recorda: "Em 1972, um amigo e eu estávamos mergulhando de um bote, no Caribe, perto do litoral. Repentinamente, eu me virei e vi um objeto esférico laranja e prateado de mais ou menos seis pés de diâmetro em uma subida, exatamente acima da água. Ele estava a exatamente uns cinquenta pés de nós e estava estreitamente seguindo um curso em zig-zag. Depois de mais ou menos um minuto a superfície do objeto abriu para revelar uma janela circular escura de mais ou menos dois pés ao redor dele. Nós nos entreolhamos nervosamente e quando tornamos a olhar o objeto tinha desaparecido sem um som. Eu nunca encontrei uma resposta e a origem do objeto permanece um mistério."
Trevor Tyler era um mergulhador de águas profundas com mais de 13 anos de experiência quando algo aconteceu, 270 pés abaixo da superfície do Atlântico, que resultou em sua morte súbita e inexplicável. Este inglês de 34 anos estava trabalhando sob as águas na costa da Guiné, África Ocidental, quando sem qualquer aviso seu colega de trabalho que estava no rádio ouviu um barulho metálico seguido de um grito e depois o silêncio. Imediatamente outro mergulhador foi enviado lá para baixo e achou o corpo sem vida de Tyler flutuando a 180 pés abaixo da superfície, seus braços distendidos e a roupa de mergulho inflada como um balão. Em um inquérito em 1968, uma testemunha contou como Tyler tinha obviamente retirado seu cinturão de peso antes de morrer em uma tentativa vã de subir rapidamente. Do que ele estava fugindo, ninguém saberá.
Voltando para casa pelo canal de Bristol em uma tarde de fevereiro de 1965, um casal de Minehead localizou o que parecia ser uma aeronave de combate cinza. Ela estava viajando na mesma direção e eles entenderam que sua descida somente podia terminar em desastre. O motorista do carro, um oficial de rádio aposentado, rapidamente parou e pegou seu binóculo, olhando como a nave continuava até pousar no canal com um jato de fumaça negra, depois desapareceu. Uma unidade de Busca e Resgate da RAF baseada em Plymouth procurou por qualquer nave perdida ou extraviada mas não encontrou nenhuma. Cada avião foi localizado e além disso nenhum destroço foi recuperado





